October 25, 2009 at 10:40 pm
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Coró de Pau é fruto de trabalho com jovens cidadãos e tem como
propósito utilizar a expressão artística. Os instrumentos de percussão
replicam instrumentos africanos, tribais, utilizados pelos músicos
da banda, construídos através de material orgânico recolhido
de maneira sustentável. O repertório é formado por músicas de
autoria própria e de outros compositores.
Através do Projeto Pixinguinha, o grupo Triêro lançou seu terceiro CD “Trem que cansa é andar na linha”. O álbum tem 12 faixas que apresentam mais sambas do que os álbuns anteriores, que tinham ligação mais íntima com a catiras e maracatu. Um pé aqui e outro no samba, a segunda faixa, talvez explique mais dessa mistura. Outra diferença é a eletricidade que aparece nas referências mais contemporâneas e está nas músicas Embolada Futurística, que abre o cd, e Alta Tensão, a última do setlist.
Na minha opinião, o melhor disco deles, quiçá o melhor
progressivo da época. Duas bateras, violino, um monte
de barulho estranho e as inexplicaveis viagens de
Robert Fripp. Resumindo: Ouve aí e me diz!
Segundo trabalho do artista goiano, TonZêra. Produzido
por Dênio de Paula, Emanuel Mastrella e TonZêra. Mais um
puta resultado do “manicômio” Tambor Produções.
Gravado ao vivo no Teatro Inacabado, em Goiânia,
este é o primeiro disco do projeto Terrotista da Palavra,
que une o guitarrista Dênio de Paula e o poeta Léo Pereira.
Mais que uma banda, o Terrorista é um verdadeiro
atentado pacifista com as guitarras da poesia.
No disco/show, poesias que abordam temas como ambientalismo,
diversidade comportamental e sexual, antibelicismo,
regionalismo universal, entre outras teses insurgentes
ganham uma moldura musical influenciada por blues,
MPB e rock. Terrorismo musical, poético e utópico
contra a atual realidade sócio-político-econômica e cultural.
Projeto de música experimental de Dênio de Paula,
Emanuel Mastrella e Luiz Perillo. Gravado em Goiânia
no estúdio da Tambor Produções.
Um projeto sem pretenções de se agregar a qualquer
vertente musical. Uma mistura de vários estilos
de vários cantos do mundo. Destaque para a única faixa cantada
do disco, The Tower, que se trata de um rearranjo da música
Ridiculous Fame, da banda The Backbiters.
Um dos melhores trabalhos de Uwe Schmidt. Produtor
alemão que transforma vários sucessos de diversos
estilos musicais em ritmos latinos “bien calientes”.
Nesse disco ele pegou as pérolas do Kraftwerk
e deu uma latinizada muito legal. Muito massa.