
Na minha opinião, o melhor disco deles, quiçá o melhor
progressivo da época. Duas bateras, violino, um monte
de barulho estranho e as inexplicaveis viagens de
Robert Fripp. Resumindo: Ouve aí e me diz!

Na minha opinião, o melhor disco deles, quiçá o melhor
progressivo da época. Duas bateras, violino, um monte
de barulho estranho e as inexplicaveis viagens de
Robert Fripp. Resumindo: Ouve aí e me diz!

Segundo trabalho do artista goiano, TonZêra. Produzido
por Dênio de Paula, Emanuel Mastrella e TonZêra. Mais um
puta resultado do “manicômio” Tambor Produções.
Breve colocarei o primeiro disco do rapaz aí.

Gravado ao vivo no Teatro Inacabado, em Goiânia,
este é o primeiro disco do projeto Terrotista da Palavra,
que une o guitarrista Dênio de Paula e o poeta Léo Pereira.
Mais que uma banda, o Terrorista é um verdadeiro
atentado pacifista com as guitarras da poesia.
No disco/show, poesias que abordam temas como ambientalismo,
diversidade comportamental e sexual, antibelicismo,
regionalismo universal, entre outras teses insurgentes
ganham uma moldura musical influenciada por blues,
MPB e rock. Terrorismo musical, poético e utópico
contra a atual realidade sócio-político-econômica e cultural.

Projeto de música experimental de Dênio de Paula,
Emanuel Mastrella e Luiz Perillo. Gravado em Goiânia
no estúdio da Tambor Produções.
Um projeto sem pretenções de se agregar a qualquer
vertente musical. Uma mistura de vários estilos
de vários cantos do mundo. Destaque para a única faixa cantada
do disco, The Tower, que se trata de um rearranjo da música
Ridiculous Fame, da banda The Backbiters.
Um dos melhores trabalhos de Uwe Schmidt. Produtor
alemão que transforma vários sucessos de diversos
estilos musicais em ritmos latinos “bien calientes”.
Nesse disco ele pegou as pérolas do Kraftwerk
e deu uma latinizada muito legal. Muito massa.